PT/SANTIAGO-RS

Jantar do PT será nesta sexta-feira

O Partido dos Trabalhadores de Santiago realizará um jantar de confraternização e mobilização visando a organização da pré-campanha do partido para as eleições deste ano. O evento é  aberto à comunidade e acontecerá  amanhã,  09 de abril, a partir das 20h30 na Associação dos Inativos da Brigada Militar (Bairro Maria Alice Gomes).  Várias  lideranças e pré-candidatos já confirmaram presença.

 

Segundo Antônio Bueno,  presidente do PT municipal, “o jantar de sexta-feira tem um caráter mobilizatório, queremos dar uma nova cara ao partido aqui em Santiago, estamos nos reorganizando e temos o apoio, a vontade e a contribuição de muitos companheiros (as). Será um ato político de profunda reflexão sobre o momento em que vivemos, tudo o que conquistamos nos últimos anos e o caminho que desejamos continuar trilhando”.

A animação da festa estará à cargo da Banda Sabor Brasileiro. Os convites custam R$ 7 cada, ou R$ 10 para quem quiser contribuir com a organização do evento. A venda está sendo feita pelos membros do Diretório Municipal ou nos seguintes pontos: Livraria Santiago e Refrigeração Faccin. Mais informações pelos fones: 8136-1361 (Luís), 9988-5924 e 3251-6224 (Finamor), 9607-8696 (Terezinha).

...

*Com o blog do PT/Santiago:  http://ptsantiagors.blogspot.com/



Escrito por missioneiro às 20h30
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ELEIÇÕES 2010

Crítica & Autocrítica - nº 66

Por Júlio Garcia, especial para 'O Boqueirão'

* Na noite de ontem, ocorreu em Porto Alegre a plenária conjunta (fotos) da pré-campanha dos companheiros Júlio Quadros e Paulo Ferreira, que concorrerão à deputado estadual e federal, respectivamente, pelo Partido dos Trabalhadores do RS  nas eleições de outubro próximo.

* Mais de duzentas pessoas participaram da  plenária, realizada no auditório principal da Casa dos Bancários (Sindicato), com destaque especial para o pessoal ligado à "Cultura Popular' (Carnaval, Hip Hop, especialmente da região metropolitana da capital), que lotaram as dependências da casa.

* Dentre as várias lideranças presentes, destaque  para o Presidente do PT de Porto Alegre, vereador Adeli Sell, que também integrou a mesa dos trabalhos (que foi  coordenada por este blogueiro) -  e que fez uso da palavra, retirando-se após para cumprir outro compromisso político - , assim como os pré-candidatos e vários apoiadores da 'dobrada' que também se manifestaram.

*Os pré-candidatos petistas Paulo Ferreira e Júlio Quadros, juntamente com os companheiros Paim, Tarso e Dilma, 'lá e aqui', ajudarão a resgatar a dignidade e o fortalecimento do Rio Grande e a  manter acesa a chama do projeto nacional vitorioso liderado pelo Presidente Lula. Esse foi o compromisso assumido, de forma entusiástica e determinada, por todos os presentes, a começar pelos dois  pré-candidatos à deputado estadual e federal pelo Partido dos Trabalhadores.

*À seguir,  outros  flagrantes verificados na entusiasmada e concorrida plenária petista (na foto abaixo, os integrantes da Mesa dos Trabalhos da Plenária. Da esquerda para a direita: Torales, Caco, Paulo Ferreira (falando), Júlio Quadros, Júlio Garcia e Lúcia Goulart.

 

 

 



Escrito por missioneiro às 16h44
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A EXECUÇÃO DE ELISEU SANTOS

Promotores concedem coletiva sobre fatos que circundaram a morte de Eliseu Santos 

“Como não havia convencimento de que o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, fora realmente vítima de um latrocínio, passamos a apurar a possibilidade de um crime de execução”. A declaração é da promotora de Justiça Lúcia Helena Callegari que, apoiada pelos promotores Eugênio Paes Amorim, Jorge Alberto dos Santos Alfaya e André Gonçalves Martinez, que atuam perante à 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, sustentou, nesta segunda-feira, a denúncia do Ministério Público de homicídio qualificado tendo como embasamento o inquérito policial concluído pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC). A coletiva à Imprensa sobre o desdobramento do caso que chocou a opinião pública e ganhou grande repercussão no Estado foi concedida às 12h, na sede da Instituição.

O procurador-geral de Justiça em exercício, Delmar Pacheco da Luz, acompanhou a entrevista, reafirmando que do ponto de vista do Ministério Público “não há nenhuma crise de relacionamento institucional com a Polícia Civil”. Delmar, que também estava acompanhado do subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Luiz Carlos Ziomkowski, frisou que as diligências complementares realizadas pelos Promotores partiram do inquérito policial que identificou a autoria direta do delito”. O Procurador-Geral em exercício esclareceu, ainda, que a promotora Lúcia Callegari acompanhou o caso desde o início, “solicitando medidas cautelares e respeitando o trabalho da Polícia”. Delmar Pacheco da Luz destacou que o MP “está fazendo a persecução criminal e não alimentará interesses políticos-partidários”.

Premeditado

O Ministério Público acabou denunciando à Justiça, na última quinta-feira, mais cinco implicados no assassinato, além dos outros três indiciados pela Polícia Civil. Prisões preventivas também foram pedidas e decretadas pela Justiça. Para explicar a posição institucional sobre a morte de Eliseu Santos, os Promotores de Justiça utilizaram a denúncia e o pedido de prisão preventiva. Detalhes da participação dos acusados e os motivos que teriam levado a uma execução premeditada foram narrados. A convicção da promotora de Justiça Lúcia Helena Callegari de que estava diante de um crime de execução e não de latrocínio, se consolidou após interrogar novas testemunhas e juntar outros documentos ao inquérito. Questões fundamentais auxiliaram na montagem de um quebra-cabeça que acabou revelando outros fatos que circundaram a morte da vítima.

Elementos

Utilizando de seu poder investigativo, o MP buscou mais elementos para complementar o inquérito policial e elucidar a morte do Secretário da Saúde. A tese de premeditação começou a ser construída após o encontro de fortes indícios para o correto entendimento dos fatos. Um deles é de que a vítima foi morta no dia em que o Ministério Público ofereceu denúncia referente ao esquema de propinas na Secretaria Municipal da Saúde. A sindicância para apurar irregularidades havia sido instaurada pelo próprio Secretário e o feito resultou no final do contrato com a empresa que fazia o serviço de vigilância e segurança e na exoneração de um assessor. Para os Promotores, os autores queriam garantir a impunidade do delito, intimidando, com a morte da vítima, pessoas que soubessem dos fatos a falarem a respeito, impedindo, acima de tudo, qualquer depoimento de Eliseu Santos.

Motivos

Além das ameaças que teria sofrido antes de morrer e da suspeita que tinha da empresa de segurança que guarnecia postos de saúde, outro ponto que reforça a tese de que a morte do Secretário foi tramada por motivo de vingança e para também ocultar um esquema de corrupção, é de que um outro homem foi identificado na cena do crime pela câmera de um supermercado. Ele está atento ao movimento e quando da ocorrência, corre em direção dos disparos em legítima postura de quem está pegando uma arma. Outro dado trazido ao inquérito é que um funcionário da Secretaria Municipal de Saúde achou uma fotografia de um dos homens que abordou Eliseu Santos muito parecida com a um dos seguranças que acompanhava os donos da empresa de segurança, quando eles o ameaçaram. Para os Promotores, isso mostra a vinculação dos mandantes com os executores.

Indícios

Há outros indícios que foram sublinhados aos repórteres pelos Promotores, mas estes são os mais contundentes. Sobre o fato de uma quadrilha de roubos de veículos estar envolvida, a promotora Lúcia Callegari acrescenta que é sabido que essas quadrilhas também praticam outros crimes, “aliás, pessoas envolvidas com crimes praticam diversos crimes”, disse. Por isso, nada melhor para poder esconder a verdade “do que simulá-lo em um assalto frustrado, o que demonstra por parte de quem o planejou, conhecimento da área criminal”, frisou a Promotora, ressaltando que se fosse um assalto, “os executores não teriam esperado a vítima abrir a porta do veículo para acomodar a esposa e a filha”.

Prova

Lúcia Callegari gizou a dificuldade de prova que geralmente existe contra mandantes, mas somadas todas as novas circunstâncias apuradas com todos os elementos levantados pela Polícia, o Ministério Público enxergou “evidente existência de prova de autoria e participação em relação aos acusados apontados na investigação complementar”. O promotor Eugênio Amorim também enfatizou que, geralmente, “processo de negativa de autoria é uma colcha de retalhos que precisa ser costurada”. Por outro lado, o promotor André Martinez salientou que “não estamos formando um veredicto, mas juntando mais elementos para a instrução do processo”. Foi anunciado que mais de 50 pessoas foram arroladas para serem ouvidas e escutas telefônicas também serão examinadas.

*Fonte: sítio PTSul



Escrito por missioneiro às 23h33
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