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'Território de Paz'
Presidente Lula lança programa 'Território de Paz' na capital gaúcha *Com o programa do governo Lula, a segurança pública começa a mudar também em Porto Alegre. Assista o discurso do presidente Lula no evento clicando no endereço abaixo: http://www.youtube.com/watch?v=5r9C0y-9mII&feature=player_embedded *Leia mais sobre o evento no sítio PTSul e no Blog do Júlio Garcia **Fonte: PTSul
Escrito por missioneiro às 12h23
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Charge do Engênio Neves

Escrito por missioneiro às 23h29
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LIBELU, a lenda...

Crítica & Autocrítica – nº 57 Liberdade & Luta - I * A propósito da postagem realizada hoje pelo jornalista Júlio César de Lima Prates, do Blog O Outro Lado – http://jornalistaprates.blogspot.com/ sobre declaração feita por outro blogueiro, o desembargador aposentado e advogado militante Ruy Armando Gessinger, editor do Blog http://blog.gessinger.com.br/, onde o mesmo informa ter sido ‘simpatizante secreto’ da extinta corrente estudantil ‘Liberdade e Luta’ – a LIBELU, resolvi - por também ter sido citado - contribuir com a reprodução dos posts abaixo, para auxiliar aos leitores (principalmente os mais jovens) a entenderem um pouco mais sobre o que foi - e o que respresentou - a Organização Socialista Internacionalista - O.S.I. e a tendência estudantil Liberdade e Luta - das quais, com muita honra, fui um dos seus integrantes no movimento estudantil e sindical - sobretudo nos ásperos e nada saudosos ‘anos de chumbo’, quando combatíamos contra a Ditadura Militar e o terrível autoritarismo implantado em nosso país desde 1964. Mas, antes, algumas colocações e precisões sobre essa oportuna e interessante postagem do J. Prates: - A O.S.I. e seu braço estudantil, Liberdade e Luta (Libelu) foi a primeira organização da esquerda brasileira, nos anos 70, a chamar publicamente a palavra de ordem ‘Abaixo a Ditadura’ e a promover grandes manifestações de massa no país, liderando inúmeras passeatas estudantis, greves e manifestações contra o arbítrio, especialmente na segunda metade da década de 70 e início de 80. Ao mesmo tempo, denunciava a farsa do 'socialismo burocrático' nos países do leste europeu e na extinta URSS. Combatia, com igual vigor, as ditaduras de direita, como a que imperava no Brasil e na maioria dos países da América Latina, denunciava o imperialismo, sobretudo o norte-americano, assim como o stalinismo e os ditos 'partidos comunistas' que lhes davam sustentação. Defendia a criação de um autêntico Partido dos Trabalhadores e de uma Central Sindical Independente. ... - A O.S.I. e a 'Libelu' não eram mais sectárias que as demais organizações de esquerda e de extrema esquerda que existiam no período. Mas era uma organização determinada, centralizada, integrada por militantes convictos, despojados, corajosos, jovens a maioria, que não receavam em enfrentar o aparelho repressor da ditadura, arriscando muitas vezes a própria vida na luta pela liberdade, por ‘um outro mundo possível’, no caso, a sociedade socialista. Nessa luta, cometeu erros e acertos, mas deixou um grande legado, sobretudo aos mais jovens e à democracia. ... - O rompimento de Tarso Genro e seu grupo com o PMDB, em 1985, e sua entrada no Partido dos Trabalhadores logo após, abordado na postagem do Prates, foi saudado com entusiasmo por todos nós, os remanescentes desse histórico movimento, que já estávamos plenamente integrados ao PT, o qual ajudamos a fundar. Por ocasião desse acontecimento, a O.S.I. já tinha ‘rachado’ nacionalmente e Liberdade e Luta já não mais existia. Não procede, portanto, a informação de que a corrente foi contra a entrada de Tarso Genro e seu grupo no PT. ... - A O.S.I. contribuiu significativamente com a organização e legalização do PT. Em Santiago, por exemplo, foi através da iniciativa dessa organização, que estava se transformando em corrente interna do PT, que o partido começou a ser gestado. À época (1980) eu trabalhava e fazia o curso de direito em Porto Alegre, já era dirigente da 1ª Zonal do PT da capital, mas mantinha contatos regulares com companheiros de Santiago - oriundos a maioria do movimento estudantil secundaristas e ex-colegas do 2º grau, que foram as primeiras pessoas a filiarem-se ao novo partido que surgia, e para aqui viajava eventualmente. Foi assim que fundamos o PT santiaguense em 1981, tendo o saudoso companheiro Carlos Ney Martins da Silva sido o primeiro presidente municipal da sigla. Eu fui eleito, na ocasião, vice-presidente. ... - No final de 1985, eu e o companheiro Adeli Sell (que já tinha me auxiliado na fundação do PT local, e era então membro da Executiva Estadual do PT), retornamos à Santiago para discutir e viabilizar a entrada de um grupo de antigos militantes de esquerda, liderados pelo saudoso companheiro Aparício Gomes da Silveira (então ligados à Tarso Genro) no PT, o que acabou ocorrendo em 1986. Fato que corrobora o que acima informamos. ... - O companheiro Flávio Koutzii, ex-deputado estadual do PT/RS, nunca integrou os quadros da ORMDS. Articulava-se, na maioria das vezes (nos embates internos do PT) com essa corrente, mas não a integrava. Assim como Olívio Dutra eventualmente articulava-se com a Articulação, sem contudo fazer parte dessa tendência... A propósito, essa informação me foi passada pelo próprio Flávio, com quem tive a honra de militar na corrente 'Esquerda Democrática' - surgida sob sua inspiração - por mais de 10 anos, assim como extremamente honroso foi ter estado ao seu lado durante os quatro anos do glorioso governo da Frente Popular, no RS. Hoje, eu , assim como Flávio Koutzii e tantos outros companheiros, fazemos parte do contingente dos chamados 'independentes' do PT gaúcho (sem vinculação a nenhuma corrente interna do partido)... ... - Dentre as principais lideranças da O.S.I. e de Liberdade e Luta - a Libelu - no RS, nos anos 70 e 80, destaco os nomes dos companheiros Adeli Sell (atual vereador do PT portoalegrese), Cezar Alvarez, Roberto Ponge, Paulo Grapiglia, Ricardo Lima, Nara Machado, Valter Freitas, Ana Ruth, Iti Guimarães , Olando Puhl e Vito Letízia (dirigente internacional da IVª), dentre outros(as) bravos(as) camaradas. ... - A seguir, os posts acima relatados. Boa leitura! (cont...)
Escrito por missioneiro às 18h52
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“A Libelu fez uma festa de 30 anos...” Perto de 300 pessoas se encontraram num salão de festas na Vila Mariana, no sábado à noite, para comemorar os 30 anos de fundação da Organização Socialista Internacionalista. Em novembro de 1976, num encontro clandestino, no litoral de São Paulo, nasceu a OSI, grupo trotskista que dirigia a tendência estudantil Liberdade e Luta, além de oposições sindicais em categorias de trabalhadores, como bancários, professores, metalúrgicos e químicos. Do ponto de vista das personalidades que, duas décadas e meia depois, tornaram-se ocupantes do primeiro escalão do governo Lula, o encontro do fim-de-semana foi notável pelas ausências. Ali não estavam os ministros Antonio Palocci nem Luiz Gushiken, nem Clara Ant, assessora de Lula. As ausências se explicam. Gushiken deixou a OSI logo depois de sua fundação, quando Lula começou a formar o PT. Clara Ant e Palocci deixaram a OSI na metade da década de 80, quando a organização enfrentou uma luta interna que a dividiu no meio. Uma parte integrou a Articulação, a corrente majoritária do PT comandada por Lula e José Dirceu. Assumiu posições destacadas no PT e integrou os primeiros escalões do governo Lula a partir de 2002. A outra parte manteve-se como organização própria e atua no PT com o nome de corrente O Trabalho. Ainda mantém relações com o núcleo de trotskistas franceses criado durante a Segunda Guerra Mundial, que tem como liderança um veterano militante, Pierre Lambert. Duas décadas depois, os remanescentes dos dois grupos não se falam nem se frequentam. Tornaram-se adversários dentro do PT, onde a Articulação – que é uma corrente muito mais ampla, com apoio nos sindicatos e em diversas forças -- possui quase a metade dos votos internos e O Trabalho fica em torno de 1% e 2%. Político com sua reconhecida competência para transitar por regiões conflagradas, o vereador José Américo Dias, que participou da fundação da OSI e integrou suas fileiras nos primeiros anos, sendo hoje integrante da corrente da ex-prefeita Marta Suplicy, compareceu a festa de aniversário e fez uma pequena saudação aos presentes. Na platéia, era possível avistar antigos agitadores de barriga saliente e calvície acentuada. Entre os jovens presentes, muitos usavam camisetas com imagens de Che Guevara, figura que passava longe dos movimentos trotskistas, há 30 anos. Os estudantes não vinham da USP nem de outras universidades da elite brasileira – mas de escolas do cinturão industrial de São Paulo. Do ponto de vista social, o público era claramente menos endinheirado do que as reuniões plenárias de décadas atrás. O ingresso custava R$ 3. Era possível localizar grupos de operários, inclusive um senhor aposentado, integrante de uma comissão de fábrica do ABC. Um dos presentes mais conhecidos era Gegê, líder do movimento sem-teto de São Paulo. Na mesa, uma liderança estudantil e três veteranos, fundadores da organização: Markus Sokol, Julio Turra Filho e Misa Boito. Quando a OSI foi fundada, há três décadas, o país vivia sob a ditadura militar e a militância política era uma atividade de risco. Mas seus integrantes tinham a impressão de que o futuro estava ao alcance da mão. A ditadura acabou, o país vive o mais amplo regime de liberdades de sua história, pela primeira vez o Planalto é ocupado por um presidente com origem no movimento operário e popular – reeleito com 60% dos votos. Acho respeitável o esforço de todo militante que dedica horas de trabalho e de lazer para defender uma idéia política -- afinal, este é o combate que importa na vida pública. No sábado, eles controlavam a entrada, vendiam livros e folhetos, ajudavam no preparo de sanduíches e refrigerantes. Muitos fazem isso há muitos anos. Mas tenho certeza de que nenhum deles imaginava enfrentar uma subida de montanha tão íncrime, tão cheia de obstáculos, numa geografia muito adversa. (Jornalista Paulo Moreira Leite, ex-integrante de Libredade e Luta, no blog do jornal O Estado de São Paulo, em 21/11/2006) ... A Lenda Libelu A posse de Luiz Inácio Lula da Silva levou ao centro do governo federal antigos militantes da Liberdade e Luta, a Libelu, nome de fantasia da Organização Socialista Internacionalista, criada em São Paulo na década de 70 como ramificação brasileira de um dos diversos centros políticos que se consideram herdeiros do pensamento do líder revolucionário russo Leon Trotski. Dois integrantes do primeiro escalão do governo Lula foram militantes da OSI, organização clandestina em que militantes usavam nome de guerra: o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e o secretário de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken. Ambos deixaram a OSI há mais de 15 anos. Na semana passada, um antigo militante foi chamado para o segundo escalão: o jornalista Edmundo Machado de Oliveira, indicado por Palocci para assumir a recém-criada assessoria de assuntos estratégicos do ministério. Na presidência da Radiobrás foi empossado o jornalista Eugenio Bucci, militante nos tempos de faculdade. Há outros nomes cotados para cargos importantes, como Sérgio Rosa, diretor de administração da Previ, a arquiteta Clara Ant e o historiador Marcos Flora. Sem presença em Brasília, o marido da prefeita Marta Suplicy, Luis Favre, foi um dos principais dirigentes da OSI no passado. Sob sua direção, um grande contingente de militantes trotskistas deixou a organização nos anos 80 para integrar a Articulação, fatia do PT dirigida por Lula e José Dirceu. Outra parcela permaneceu ligada ao trotskismo até hoje e levanta 2% dos votos nos encontros internos do PT. Seu dirigente, o economista Markus Sokol, olha com espírito crítico a política assumida pelos antigos companheiros no governo. "Não é hora de aplaudir nem de criticar, mas de ver o que vai acontecer", diz. "Não acredito em mudança sem ruptura com o FMI e sem o cancelamento da dívida externa." (Revista Época – edição 242 – 03/01/ 2003) ... **A Organização Socialista Internacionalista - OSI, foi a precursora da Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da Quarta Internacional (1993). Surgiu da fusão de vários grupos identificados com o trotskismo, no final dos anos 70. Aliou-se internacionalmente ao Comitê pela Reconstrução da Quarta Internacional - CORQUI, cujo principal dirigente era Pierre Lambert. Em 1981 ingressou no Partido dos Trabalhadores, mudando seu nome para o nome de seu jornal. A OSI foi a primeira organização da esquerda brasileira a chamar a palavra de ordem "Abaixo a Ditadura", defendida através de sua organização estudantil, a Liberdade e Luta - Libelu, pela qual ficou conhecida em toda a esquerda. Foi dissolvida na metade da década de oitenta. (Wikipédia) ... -- ET: Faço aqui uma correção ao Wikipédia: a data correta da entrada da O.S.I. no PT é 1980. (JG) ... ***‘E vós, que vireis na crista da onda em que nos afogamos, quando falardes de nossas fraquezas, não esqueceis ao tempo sombrio a que haveis escapado’. (Bertol Brecht) – (Por Júlio Garcia, especial para ‘O Boqueirão’) *Atualizado às 10,17 hs do dia 24/06/2009
Escrito por missioneiro às 18h51
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LUZ PARA TODOS

Luz para Todos beneficia 10 milhões de brasileiros Uma verdadeira revolução no campo, que já beneficiou cerca de dez milhões de brasileiros, está em curso, graças ao Programa Luz para Todos (LPT). Desde 2004, o LPT já realizou dois milhões de ligações elétricas, permitindo a pessoas de todo o País realizar atividades simples, mas muitas vezes inacessíveis, como assistir à tevê, refrigerar alimentos, usar o ferro elétrico. A marca histórica será comemorada nesta segunda-feira (22), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no assentamento Robson Vieira, no município de Congoinhas (PR).
Graças ao programa, 1,57 milhão de aparelhos de tevê e 1,46 milhão de geladeiras foram comprados pelos beneficiários. Além disso, quase a metade dos atendidos deixou de gastar com outras fontes de energia – mais poluentes, como diesel, gasolina, querosene, gás ou pilhas.
Retorno ao campo - Mais do que proporcionar facilidades cotidianas aos moradores do meio rural, a chegada da luz estimula, de Norte a Sul, a fixação do homem no campo, invertendo o fluxo migratório. De acordo com pesquisa do Ministério de Minas e Energia, cerca de 96 mil famílias que haviam abandonado suas terras em busca de outras oportunidades nos grandes centros estão retornando às origens depois da chegada da energia elétrica.
Os beneficiários, sozinhos ou em associação com os vizinhos da comunidade, se organizam para utilizar a energia elétrica em suas propriedades para irrigação, o funcionamento de bomba elétrica d’água nos poços, maquinários agrícolas, resfriadores para leite, carne ou peixe, estufas agrícolas, casas de farinha, ou ainda para substituir os motores a diesel por motores elétricos.
A pesquisa aponta que nove em cada dez beneficiários dizem que a qualidade de vida aumentou. Para 86%, as condições de moradia também são melhores. A renda familiar cresceu para 38,5% deles, assim como as condições de trabalho para 34% dos atendidos. Até o nível de escolaridade tem impacto: 41,1% passaram a estudar no período noturno.
Além do impacto positivo causado no meio rural, o Programa movimenta a indústria nacional. As obras geram cerca de 300 mil empregos diretos e indiretos. Mais de 4,6 milhões de postes, 708 mil transformadores e 883 mil quilômetros de cabos já foram utilizados nas instalações.
Nordeste - O Nordeste concentra quase a metade dos dez milhões de brasileiros atendidos pelo Luz para Todos: são 4,9 milhões de pessoas. No Norte, 1,7 milhão de brasileiros foram atendidos; no Sudeste, 1,8 milhão; no Sul, 809 mil pessoas; e, no Centro-Oeste 716 mil pessoas. O programa consegue atingir comunidades como quilombos e aldeias: são cerca de 91 mil quilombolas e outros 91 mil indígenas beneficiados com a chegada da energia. Além disso, 11 mil escolas em todo o Brasil, que não contavam com luz para educar as crianças, receberam eletrificação.
Para alcançar essa meta, alguns estados apresentam números expressivos de atendimento. A Bahia beneficiou 1,6 milhão de pessoas e Minas Gerais e Pará, 1,1 milhão de moradores do meio rural cada um. Além disso, 13 estados superaram a meta de atendimento inicialmente prevista. No Espírito Santo, foram atendidas quase 300% pessoas a mais que a meta. Em São Paulo, 161% e, em Santa Catarina, 120%.
O Luz para Todos é coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, operacionalizado pela Eletrobrás e realizado em parceria com as concessionárias de energia elétrica, cooperativas de eletrificação rural e governos estaduais. por meio de subvenção (fundo perdido) e financiamento, respectivamente. *Fonte:Portal Em Questão http://www.brasil.gov.br
Escrito por missioneiro às 15h58
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