O BOQUEIRÃO


Mais um prêmio para LULA


Prêmio de Lula orgulha o país, mas imprensa esconde

*Por Ricardo Kotscho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na noite desta terça-feira, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura).

Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula “por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”. 

Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.

Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz.

Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.

Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, “o senhor assume novas responsabilidades na história”.

Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Globo destacou a entrega do prêmio no alto da capa.

Para o Estadão, mais importante do que o prêmio recebido por Lula foi a manifestão de dois ativistas do Greenpeace que exibiram faixas conclamando Lula a salvar a Amazônia e o clima. “Ambientalistas protestam durante premiação de Lula”, foi o título da página A7 do Estadão.

O protesto do Greenpeace foi também o tema das únicas fotografias publicadas pela Folha e pelo Estadão. No final do texto, o Estadão registrou que Lula pediu desculpas aos jovens ativistas, retirados com truculência pela segurança, e “reverteu o constragimento a seu favor, sendo ovacionado pelo público que lotava o auditório”.

“O alerta destes jovens vale para todos nós, porque a Amaz}ônia tem que ser realmente preservada”, afirmou Lula em seu discurso, ao longo do qual foi aplaudido três vezes quando pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino, e condenou o golpe em Honduras.

“Sinto-me honrado de partilhar desta distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, afirmou Lula para os convidados das Nações Unidas.

A honraria inédita concedida a um presidente brasileiro, motivo de orgulho para o país, também não mereceu constar da escalada de manchetes do Jornal Nacional. A notícia da entrega do prêmio no principal telejornal noturno saiu ensanduichada entre declarações de Lula sobre a crise no Senado e o protesto do Greenpeace.

É verdade que ontem foi o dia do grande show promovido nos funerais de Michael Jackson, mas também ganhou destaque na escalada e no noticiário a comemoração pelos quinze anos do Plano Real (tema tratado neste Balaio na semana passada) promovida no plenário do Senado, em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para atacar Lula.

Diante da manifesta má-vontade demonstrada pela imprensa neste episódio da cobertura da entrega do Prêmio da Unesco, dá para entender porque o governo Lula procura formas alternativas para se comunicar com a população fora da grande mídia.

Muitas vezes, quando trabalhava no governo, e mesmo depois que saí, discordei dele nas críticas que fazia à atuação da imprensa, a ponto de dizer recentemente que não lia mais jornais porque lhe davam azia.

Exageros à parte, mesmo que esta atitude beligerante lhe cause mais prejuízos do que dividendos, na minha modesta opinião, o fato é que Lula não deixa de ter razão quando se queixa de uma tendência da nossa mídia de inverter a máxima de Rubens Ricupero, aquele que deu uma banana para os escrúpulos.

“O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga”, parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.

Valeu, Lula. Parabéns! 

*Jornalista - (Do Balaio do Kotscho) 



Escrito por missioneiro às 15h35
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Debate: A crise no Senado (II)

 

 

A hipocrisia dos "éticos"

No atual quadro de correlação de forças, Lula deveria, tal como João Goulart desorientado, atacar, de uma só vez, todos os pilares da estrutura capitalista numa formação social ainda periférica?

Quando a indigência analítica é muito grande, torna-se impossível evitar a suspeita de que estejamos diante de um exercício de má-fé. Tornou-se moeda corrente, entre atores de certa esquerda, a acusação de que, chegando ao poder, o Partido dos Trabalhadores abandonou a grande política, definida por Gramsci como aquela que põe em questão as estruturas de uma sociedade, para reproduzir a gramática do poder conservador. Operando em um registro simplificado de abordagem, nossos esquerdistas de salão têm um mérito: demonstram, de forma cabal, que o amesquinhamento do debate não é exclusividade da direita que fingem combater, mesmo se igualando a ela no método e nas formas de ação.

Confundindo, ou fingindo confundir, a primeira eleição presidencial de Lula com o fim da hegemonia neoliberal, argumentam que o PT tinha plenas condições de realizar reformas estruturais já que os adversários estavam desnorteados. Cabe perguntar se ignoram a capilaridade social dos derrotados nas urnas, suas estruturas clientelísticas e, como já frisamos em vários artigos, que a vitória sobre o candidato da direita necessitou de um amplo leque de alianças que, se bateu forte no conteúdo doutrinário do partido, deixou evidente a necessidade de ampliar os termos dos seus debates internos. O que fariam nossos “bravos companheiros" se tivessem o mesmo capital político do presidente eleito? Que modificações estruturais implementariam?

É grande a semelhança com o argumento dos tucanos quanto ao crescimento do Brasil no período das vacas gordas, ou seja, que o país cresceu, mas poderia ter crescido muito mais se o governo fosse competente. Mas não diziam como fazer para que isso acontecesse. O que propõem afinal os militantes da "esquerda pura"? Uma aventura bem ao gosto do gueto que esperaria a derrota para capitalizar a tragédia?

No atual quadro de correlação de forças, Lula deveria, tal como João Goulart desorientado, atacar, de uma só vez, todos os pilares da estrutura capitalista numa formação social ainda periférica? Em um país onde retirar do baú a velha arma do anticomunismo primário ainda é um expediente que funciona, o governo deveria ter reeditado, com algumas adaptações, as “reformas de base”? Disciplinar a remessa de lucros, desapropriar latifúndios, auditar a dívida pública, contando com o apoio de segmentos militares e núcleos progressistas da burguesia?

Ou Lula não age com mais sabedoria quando aponta que a saída está na ampliação da democracia? No resgate de uma esfera pública antes regulada por corporações multilaterais. Na grande subversão que é, gradativamente, criar condições para que o trabalho ganhe prioridade sobre o capital. É uma tarefa que passa pela reversão de valores arraigados por anos de patrimonialismo. Melhor que ninguém, mais uma vez, cabe ao ex-líder sindicalista objetivar o significado de sua vitória em duas eleições e das esperanças políticas das classes trabalhadoras e dos excluídos.

Nesse contexto, chega a ser engraçado ver a convergência de opiniões sobre a declaração de Lula contrária ao linchamento político do senador José Sarney. “Esquerdistas éticos" e analistas tucanos fingiram espanto, vendo nas palavras do presidente uma legitimação do coronelismo. Quem conhece os efeitos do Bolsa-Família sobre os velhos currais, sabe como estão sendo erodidas antigas formas de dominação.

Faz-se necessário repetir o ensinamento de Gramsci: “É preciso atrair violentamente a atenção para o presente do modo como ele é, se se quer transformá-lo. Pessimismo da inteligência, otimismo da vontade”. Voluntarismo e oportunismo andam de mãos dadas.

*Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil

**Fonte: Carta Maior



Escrito por missioneiro às 22h41
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A crise no Senado

 

DEBATE

*Para contribuir  no debate sobre a atual crise no Senado, o sai-não-sai de José Sarney, verdades e mentiras, hipocrisias de todo o gênero, indignações reais da cidadania, armadilhas e dissimulações, o papel da mídia monopolista e  a tentativa  da 'oposição' para ocupar a presidência do Senado - no 'tapetão', segundo o presidente Lula - , o blog traz, a partir de agora,  uma sequência de postagens sobre esse tema. Começaremos com estas, realizadas  pelo ex-ministro José Dirceu:

'Mídia distorce atuação do PT na crise do Senado'

A bancada do PT no Senado fez o que tinha que fazer ao não apoiar a iniciativa do PSDB, defendida também pelo DEM, de pedir o afastamento do presidente da Casa, o senador José Sarney (PMDB-AP).

Mas, o PT propôs e exigiu mudanças já no Senado, começando pela instalação do colégio de líderes, que ao contrário da Câmara dos Deputados, não funciona nesta Casa, fazendo com que os senadores e os partidos não tenham voz e não participem das decisões da presidência, e da Mesa, sobre a pauta das duas casas legislativas e sobre sua administração.

O PT, também, sugeriu e exigiu a formação de uma comissão de senadores de todos os partidos para acompanhar a reforma administrativa do Senado, a apuração das responsabilidades pelas ilegalidades e a investigação  de todas as denúncias, inclusive contra senadores tucanos e do DEM - inúmeras contra o senador Efraim Morais (PB) e, também, não são poucas as que envolvem o líder do PSDB, senador Artur Virgílio (AM).

Versões, apenas versões

Ao contrário da versão da mídia, em nenhum momento a bancada do PT decidiu pelo afastamento do presidente do Senado. Até porque sabia que ele não o faria: ou permaneceria no posto ou renunciaria.

O presidente Lula nunca escondeu sua posição na crise e a expôs com coragem e clareza. Deixou claro que todo o movimento dos tucanos não passava de uma tentativa de dar um golpe para ganhar o controle do Senado no tapetão e dividí-lo com os demos para inviabilizar o governo. Como, aliás, confessa hoje o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.

Não foi Lula ou o PT que acusaram os tucanos de golpe, de querer destituir a Mesa. Foi o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), indignado pela proposta do presidente nacional de seu partido, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) de pedir o afastamento de Sarney e sua substituição por uma espécie de junta, uma comissão de senadores.

...

'Faltam com a verdade para ajudar a oposição'

Na crise do Senado, a imprensa no afã de estimular uma posição majoritária na bancada do PT pelo afastamento do senador José Sarney (PMDB-AP) quer vender a idéia de que o presidente da República impôs ao PT sua posição e enquadrou o partido. Dizem, ainda, que o PMDB ameaçou deixar o governo, o que não aconteceu.

Até porque o PMDB, com exceção de dois senadores - Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE) - tem apoiado Sarney. E ao contrário que a mídia veicula, a crise reaproximou o PT do PMDB e suas bancadas no Senado.

Como em todo partido democrático que se respeita, o PT discutiu publicamente sua posição. Ouviu seus senadores e suas razões. E, aí, pela governabilidade e sem ingenuidade não entrou no jogo do PSDB e do DEM.

DEM, registre-se, responsável nos últimos 7 anos pela 1ª Secretaria do Senado e fiador do ex-diretor-geral Agaciel Maia. Da mesma forma, o PSDB não tem nenhuma moral enquanto não punir seu líder Artur Virgílio (AM), réu confesso apanhado em flagrante, tendo suas contas pagas por Agaciel; contratando um professor de jiu jitsu pelo seu gabinete; e fazendo deste uma árvore de natal de funcionários de uma mesma família -  um destes recebia e estudava na Europa.

Noticiário reflete retaliação contra o PT

Como retaliação ao PT, a imprensa revela sua posição pró-oposição quando trata (ou esconde no noticiário) das denúncias contra o DEM, com provas e mais provas - na verdade, as denúncias contra os oposicionistas são tão graves quanto todas as outras que vieram a público. Todas precisam ser investigadas e seus responsáveis punidos.

O papel do PT agora é reunir os partidos da base do governo e iniciar a reforma do Senado. Resgatá-lo perante a sociedade, mudar radicalmente sua forma de direção e gestão, eliminar privilégios, punir os responsáveis pelas ilegalidades, mantendo-o em funcionamento e aprovando as leis e medidas que o país reclama.

É isso o que o momento político exige e é disso que se trata, e não de (o partido) ser linha auxiliar do PSDB, tão responsável quanto o DEM pela atual situação do Senado da República.

...

'Catões de ética provisória e moral de ocasião'

Apanhado em flagrante por suas relações com o ex-diretor do Senado, Agaciel Maia, o líder do PSDB, senador Arthur virgílio (AM), ex-ministro de FHC, e já condenado pelo eleitorado - teve 4% para governador do Amazonas em 2006 - foi à tribuna com seus trejeitos esquisitos, demagógicos, histriônicos e exibicionistas pedir a renúncia do senador José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado.

Quer dizer, não subiu à tribuna para explicar as nomeações em seus gabinetes, por atos secretos, de seu professor de jiu-jitsu, de três filhos de seu subchefe de gabinete, Carlos Homero Nina Vieira e de uma irmã deste, Ana Cristina Nina Vieira. E mais, a mulher desse subchefe, Vânia Alves Nina, também tinha um cargo no Senado. Tampouco para justificar empréstimo suspeito que o teria beneficiado.  

Ao contrário, pasmem, da tribuna, ele tentou justificar o empréstimo denunciado pela revista IstoÉ, de US$ 10 mil que tomou do ex-diretor do Senado, Agaciel Maia. Quem devia renunciar e/ou responder a processo na Comissão de Ética do Senado é Artur Virgilio. Até porque um dos filhos de seu subchefe de gabinete, Carlos Homero, recebeu salários de R$ 9.979,24 e ficou lotado em seu gabinete mesmo quando residiu no exterior por duas vezes para fazer uma pós graduação.

Mas, a nota mais ridícula dessa história toda é a lorota do senador, que diz ter pago a dívida com Agaciel Maia, por meio de um rateio entre “amigos”. Ou seja, o dinheiro não tem, nem pode ter, origem declarada! Como pode esse cidadão Artur Virgílio ainda subir a tribuna do Senado para, com o dedo em riste, acusar outros senadores e exigir renúncias e processos?

Quem devia renunciar é ele! Mas, aí é pedir demais para esses catões da República, donos de ética provisória e de moral de ocasião!

*Do blog do Zé Dirceu  http://www.zedirceu.com.br



Escrito por missioneiro às 15h32
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UERGS sucateada...

 

'Só pode ser a Mãe Natureza que desmonta a Uergs'



Governo Yeda não é mencionado em matéria sobre o sucateamento da Universidade estadual

Cristóvão Feil escreve:

Sim, a Universidade do Estado do Rio Grande do Sul – Uergs – está sendo encolhida e aos poucos, desmontada. Zero Hora fez, na edição dominical de ontem, um apanhado sobre a situação lamentável da Universidade criada (2001) e organizada pelo governo Olívio Dutra (1999-2003), entretanto, não é atribuída responsabilidade a quem quer que seja pela grave situação pelo qual passa a instituição estadual.

O jornal do grupo RBS esquece de determinar o sujeito da oração. Quem encolhe a Uergs? Quem desmonta a Uergs?

Forças ocultas ou forças ocultadas são os responsáveis pela degradação da Universidade?

É óbvio que são forças ocultadas. Zero Hora esconde ardilosamente o sujeito responsável pelo sucateamento da Uergs. A governadora Yeda Rorato Crusius não está desmontando somente a Universidade estadual, mas o próprio Estado. O novo jeito de governar é sinônimo de desmonte da máquina pública, de corrupção em vários órgãos públicos, de desprezo pelo público em favor do privado, de irresponsabilidade com a saúde pública e com a educação de qualidade, de insolências no trato com os temas do funcionalismo, de repressão aos movimentos sociais, de descaso com a legislação ambiental e – sobretudo – do despreparo com a administração pública e o diálogo político e democrático.

Zero Hora omite o sujeito responsável pelo desmonte da Uergs porque é parte solidária desta sabotagem contra o ensino público e gratuito. O grupo RBS é a estufa morna e maternal onde se gerou e cresceu a hoje governadora Yeda Rorato Crusius. Como, então, nomear a responsável pelo dano proposital à Uergs sem se autoincriminar em definitivo?

Fac-símiles: matéria de ZH dominical (29.06.2009). O atual reitor da Uergs, nomeado pela governadora tucana Yeda Rorato Crusius, toma o cuidado de omitir o nome da própria, ao dizer que tem "conversado com o Palácio". O interlocutor dele é o Palácio. O reitor dialoga com o Palácio. O Palácio é o culpado de tudo. O Palácio é mesmo muito feio e mau.

*Fonte: http://www.diariogauche.blogspot.com/



Escrito por missioneiro às 12h07
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Honduras: repúdio ao golpe militar

 

Repúdio ao golpe militar em Honduras: acompanhe, ao vivo, a transmissão da TV Venezuelana:

A história de Chávez se repete em Honduras!

Golpe de Estado en Honduras, militares secuestran a Zelaya [Presidente da República]

Tropas del Ejército sitiaron la casa del presidente, según la información de dirigentes sindicales ofrecidas a teleSUR. Lor grupos sociales hacen un llamado a las organismos internacionales para que intervengan frente a la acción de estos militares. (Via Blogoleone e Assaz Atroz)

http://www.radios.com.br/playtv/1_anventv-ve.htm

http://www.telesurtv.net/solotexto/nota/index.php?ckl=53007-NN



Escrito por missioneiro às 16h03
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'Território de Paz'

 

Foto:  

Presidente Lula lança programa 'Território de Paz' na capital gaúcha

*Com o programa do governo  Lula, a segurança pública começa a mudar também em Porto Alegre. 

Assista o discurso do presidente Lula no  evento clicando no endereço  abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=5r9C0y-9mII&feature=player_embedded

*Leia mais sobre o evento no sítio PTSul e no Blog do Júlio Garcia

**Fonte: PTSul



Escrito por missioneiro às 12h23
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Charge do Engênio Neves

 



Escrito por missioneiro às 23h29
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LIBELU, a lenda...

 

Crítica & Autocrítica – nº 57

 

Liberdade & Luta - I

 

* A propósito da postagem realizada hoje pelo jornalista Júlio César de Lima Prates, do Blog O Outro Lado – http://jornalistaprates.blogspot.com/ sobre declaração feita por outro blogueiro, o desembargador aposentado e advogado militante Ruy Armando Gessinger, editor do Blog http://blog.gessinger.com.br/, onde o mesmo informa ter sido ‘simpatizante secreto’ da extinta corrente estudantil ‘Liberdade e Luta’ – a LIBELU, resolvi - por também ter sido citado - contribuir com a reprodução dos posts abaixo, para auxiliar aos leitores (principalmente os mais jovens) a entenderem um pouco mais sobre o que foi - e o que respresentou - a Organização Socialista Internacionalista - O.S.I. e a tendência estudantil Liberdade e Luta - das quais, com muita honra, fui um dos seus integrantes no movimento estudantil e sindical - sobretudo nos ásperos e nada saudosos ‘anos de chumbo’, quando combatíamos contra a Ditadura Militar e o terrível autoritarismo implantado em nosso país desde 1964.

 

Mas, antes, algumas colocações e precisões sobre  essa oportuna e  interessante postagem do J. Prates:

 

- A O.S.I. e seu braço estudantil, Liberdade e Luta (Libelu) foi a primeira organização  da esquerda brasileira, nos anos 70, a chamar publicamente a palavra de ordem  ‘Abaixo a Ditadura’ e a promover  grandes manifestações de massa no país, liderando inúmeras passeatas estudantis, greves e manifestações contra o arbítrio, especialmente na segunda metade da década de 70 e início de 80. Ao mesmo tempo, denunciava a farsa do 'socialismo burocrático' nos países do leste europeu e na extinta URSS. Combatia, com igual vigor, as ditaduras  de direita, como a que imperava no Brasil e na maioria dos países da América Latina,  denunciava o imperialismo, sobretudo o norte-americano, assim como   o stalinismo e os  ditos 'partidos  comunistas' que lhes davam sustentação. Defendia a criação de um autêntico Partido dos Trabalhadores e de uma Central Sindical Independente.

...

 

- A  O.S.I. e a 'Libelu' não eram mais sectárias que as demais organizações de esquerda e de extrema esquerda que existiam no período.  Mas era uma organização determinada,  centralizada, integrada por militantes convictos, despojados, corajosos,  jovens a maioria, que não receavam em enfrentar o aparelho repressor da ditadura, arriscando muitas vezes a própria vida na luta pela liberdade, por ‘um outro mundo possível’, no caso, a sociedade socialista.  Nessa luta, cometeu erros e acertos, mas deixou um grande legado, sobretudo aos mais jovens e à democracia.

...

 

- O rompimento de Tarso Genro e seu grupo com o PMDB, em 1985,  e sua entrada no Partido dos Trabalhadores logo após,  abordado na postagem do Prates, foi saudado com entusiasmo  por todos nós, os remanescentes desse histórico movimento, que já estávamos plenamente integrados ao PT, o qual ajudamos a fundar.  Por ocasião desse acontecimento, a O.S.I. já tinha ‘rachado’ nacionalmente e Liberdade e Luta já não mais existia.  Não procede, portanto,  a informação de que a corrente foi contra a entrada de Tarso Genro e seu grupo no PT.

...

 

- A O.S.I. contribuiu significativamente com a organização e legalização do PT. Em Santiago, por exemplo, foi através  da iniciativa dessa organização, que estava se transformando em corrente interna do PT, que o partido começou a ser gestado. À época  (1980) eu trabalhava e fazia o curso  de direito em Porto Alegre, já era dirigente da 1ª Zonal do PT da capital,  mas mantinha  contatos regulares com companheiros de Santiago - oriundos a maioria do movimento estudantil secundaristas e ex-colegas do 2º grau, que foram as primeiras pessoas a filiarem-se ao novo partido que surgia, e para aqui viajava eventualmente. Foi assim que fundamos o PT santiaguense em 1981, tendo o saudoso companheiro Carlos Ney Martins da Silva sido o primeiro presidente municipal da sigla.  Eu fui eleito, na ocasião, vice-presidente.

...

 

-  No final de 1985, eu e o companheiro Adeli Sell (que já tinha me auxiliado na fundação do PT local,  e era então membro da Executiva Estadual do PT),  retornamos à Santiago para discutir e viabilizar a entrada de um grupo de antigos militantes de esquerda, liderados pelo saudoso companheiro Aparício Gomes da Silveira (então ligados à Tarso Genro) no PT, o que acabou ocorrendo em 1986.  Fato  que corrobora o que acima informamos.

...

 

- O companheiro Flávio Koutzii, ex-deputado estadual do PT/RS, nunca integrou os quadros da ORMDS. Articulava-se, na maioria das vezes (nos embates internos do PT) com essa corrente, mas não a integrava. Assim como Olívio Dutra  eventualmente articulava-se com a Articulação, sem  contudo fazer parte dessa tendência... A propósito, essa informação me foi passada pelo próprio Flávio, com quem tive a honra de militar na corrente 'Esquerda Democrática'  - surgida sob sua inspiração - por mais de 10 anos, assim como extremamente honroso foi  ter estado ao seu lado durante os quatro anos do glorioso governo da Frente Popular, no RS.  Hoje, eu , assim como  Flávio Koutzii e tantos outros companheiros, fazemos parte do contingente dos chamados  'independentes' do PT gaúcho (sem vinculação a nenhuma corrente interna do partido)...

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- Dentre as principais lideranças da O.S.I. e de Liberdade e Luta -  a  Libelu - no RS,  nos anos 70 e 80, destaco os nomes dos companheiros Adeli Sell (atual vereador  do PT portoalegrese), Cezar Alvarez, Roberto Ponge, Paulo Grapiglia,  Ricardo Lima, Nara Machado, Valter Freitas, Ana Ruth, Iti Guimarães , Olando Puhl e Vito Letízia (dirigente internacional da IVª), dentre outros(as) bravos(as)  camaradas.

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- A seguir, os posts acima relatados. Boa leitura! (cont...)



Escrito por missioneiro às 18h52
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“A Libelu fez uma festa de 30 anos...”

Perto de 300 pessoas se encontraram num salão de festas na Vila Mariana, no sábado à noite, para comemorar os 30 anos de fundação da Organização Socialista Internacionalista. Em novembro de 1976, num encontro clandestino, no litoral de São Paulo, nasceu a OSI, grupo trotskista que dirigia a tendência estudantil Liberdade e Luta, além de oposições sindicais em categorias de trabalhadores, como bancários, professores, metalúrgicos e químicos.
Do ponto de vista das personalidades que, duas décadas e meia depois, tornaram-se ocupantes do primeiro escalão do governo Lula, o encontro do fim-de-semana foi notável pelas ausências. Ali não estavam os ministros Antonio Palocci nem Luiz Gushiken, nem Clara Ant, assessora de Lula. As ausências se explicam.
Gushiken deixou a OSI logo depois de sua fundação, quando Lula começou a formar o PT. Clara Ant e Palocci deixaram a OSI na metade da década de 80, quando a organização enfrentou uma luta interna que a dividiu no meio. Uma parte integrou a Articulação, a corrente majoritária do PT comandada por Lula e José Dirceu. Assumiu posições destacadas no PT e integrou os primeiros escalões do governo Lula a partir de 2002. A outra parte manteve-se como organização própria e atua no PT com o nome de corrente O Trabalho. Ainda mantém relações com o núcleo de trotskistas franceses criado durante a Segunda Guerra Mundial, que tem como liderança um veterano militante, Pierre Lambert.
Duas décadas depois, os remanescentes dos dois grupos não se falam nem se frequentam. Tornaram-se adversários dentro do PT, onde a Articulação – que é uma corrente muito mais ampla, com apoio nos sindicatos e em diversas forças -- possui quase a metade dos votos internos e O Trabalho fica em torno de 1% e 2%. Político com sua reconhecida competência para transitar por regiões conflagradas, o vereador José Américo Dias, que participou da fundação da OSI e integrou suas fileiras nos primeiros anos, sendo hoje integrante da corrente da ex-prefeita Marta Suplicy, compareceu a festa de aniversário e fez uma pequena saudação aos presentes.
Na platéia, era possível avistar antigos agitadores de barriga saliente e calvície acentuada. Entre os jovens presentes, muitos usavam camisetas com imagens de Che Guevara, figura que passava longe dos movimentos trotskistas, há 30 anos. Os estudantes não vinham da USP nem de outras universidades da elite brasileira – mas de escolas do cinturão industrial de São Paulo. Do ponto de vista social, o público era claramente menos endinheirado do que as reuniões plenárias de décadas atrás. O ingresso custava R$ 3.
Era possível localizar grupos de operários, inclusive um senhor aposentado, integrante de uma comissão de fábrica do ABC. Um dos presentes mais conhecidos era Gegê, líder do movimento sem-teto de São Paulo. Na mesa, uma liderança estudantil e três veteranos, fundadores da organização: Markus Sokol, Julio Turra Filho e Misa Boito.
Quando a OSI foi fundada, há três décadas, o país vivia sob a ditadura militar e a militância política era uma atividade de risco. Mas seus integrantes tinham a impressão de que o futuro estava ao alcance da mão.
A ditadura acabou, o país vive o mais amplo regime de liberdades de sua história, pela primeira vez o Planalto é ocupado por um presidente com origem no movimento operário e popular – reeleito com 60% dos votos.
Acho respeitável o esforço de todo militante que dedica horas de trabalho e de lazer para defender uma idéia política -- afinal, este é o combate que importa na vida pública. No sábado, eles controlavam a entrada, vendiam livros e folhetos, ajudavam no preparo de sanduíches e refrigerantes. Muitos fazem isso há muitos anos. Mas tenho certeza de que nenhum deles imaginava enfrentar uma subida de montanha tão íncrime, tão cheia de obstáculos, numa geografia muito adversa. (Jornalista Paulo Moreira Leite, ex-integrante de Libredade e Luta, no blog do jornal O Estado de São Paulo, em 21/11/2006)

 

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A Lenda Libelu

A posse de Luiz Inácio Lula da Silva levou ao centro do governo federal antigos militantes da Liberdade e Luta, a Libelu, nome de fantasia da Organização Socialista Internacionalista, criada em São Paulo na década de 70 como ramificação brasileira de um dos diversos centros políticos que se consideram herdeiros do pensamento do líder revolucionário russo Leon Trotski. Dois integrantes do primeiro escalão do governo Lula foram militantes da OSI, organização clandestina em que militantes usavam nome de guerra: o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e o secretário de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken. Ambos deixaram a OSI há mais de 15 anos.

Na semana passada, um antigo militante foi chamado para o segundo escalão: o jornalista Edmundo Machado de Oliveira, indicado por Palocci para assumir a recém-criada assessoria de assuntos estratégicos do ministério. Na presidência da Radiobrás foi empossado o jornalista Eugenio Bucci, militante nos tempos de faculdade. Há outros nomes cotados para cargos importantes, como Sérgio Rosa, diretor de administração da Previ, a arquiteta Clara Ant e o historiador Marcos Flora. Sem presença em Brasília, o marido da prefeita Marta Suplicy, Luis Favre, foi um dos principais dirigentes da OSI no passado. Sob sua direção, um grande contingente de militantes trotskistas deixou a organização nos anos 80 para integrar a Articulação, fatia do PT dirigida por Lula e José Dirceu. Outra parcela permaneceu ligada ao trotskismo até hoje e levanta 2% dos votos nos encontros internos do PT. Seu dirigente, o economista Markus Sokol, olha com espírito crítico a política assumida pelos antigos companheiros no governo. "Não é hora de aplaudir nem de criticar, mas de ver o que vai acontecer", diz. "Não acredito em mudança sem ruptura com o FMI e sem o cancelamento da dívida externa."  (Revista Época – edição 242 – 03/01/ 2003)

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**A Organização Socialista Internacionalista - OSI, foi a precursora da Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da Quarta Internacional (1993). Surgiu da fusão de vários grupos identificados com o trotskismo, no final dos anos 70. Aliou-se internacionalmente ao Comitê pela Reconstrução da Quarta Internacional - CORQUI, cujo principal dirigente era Pierre Lambert. Em 1981 ingressou no Partido dos Trabalhadores, mudando seu nome para o nome de seu jornal.

A OSI foi a primeira organização da esquerda brasileira a chamar a palavra de ordem "Abaixo a Ditadura", defendida através de sua organização estudantil, a Liberdade e Luta - Libelu, pela qual ficou conhecida em toda a esquerda.  Foi dissolvida na metade da década de oitenta. (Wikipédia)

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-- ET: Faço  aqui uma correção ao Wikipédia: a data correta da entrada da O.S.I. no PT é 1980. (JG)

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***‘E vós, que vireis na crista da onda em que nos afogamos, quando falardes de nossas fraquezas, não esqueceis ao tempo sombrio a que haveis escapado’. (Bertol Brecht) – (Por Júlio Garcia, especial para ‘O Boqueirão’)

*Atualizado às 10,17 hs do dia 24/06/2009



Escrito por missioneiro às 18h51
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LUZ PARA TODOS

 

Luz para Todos beneficia 10 milhões de brasileiros

Uma verdadeira revolução no campo, que já beneficiou cerca de dez milhões de brasileiros, está em curso, graças ao Programa Luz para Todos (LPT). Desde 2004, o LPT já realizou dois milhões de ligações elétricas, permitindo a pessoas de todo o País realizar atividades simples, mas muitas vezes inacessíveis, como assistir à tevê, refrigerar alimentos, usar o ferro elétrico. A marca histórica será comemorada nesta segunda-feira (22), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no assentamento Robson Vieira, no município de Congoinhas (PR).

    Graças ao programa, 1,57 milhão de aparelhos de tevê e 1,46 milhão de geladeiras foram comprados pelos beneficiários. Além disso, quase a metade dos atendidos deixou de gastar com outras fontes de energia – mais poluentes, como diesel, gasolina, querosene, gás ou pilhas.

   Retorno ao campo - Mais do que proporcionar facilidades cotidianas aos moradores do meio rural, a chegada da luz estimula, de Norte a Sul, a fixação do homem no campo, invertendo o fluxo migratório. De acordo com pesquisa do Ministério de Minas e Energia, cerca de 96 mil famílias que haviam abandonado suas terras em busca de outras oportunidades nos grandes centros estão retornando às origens depois da chegada da energia elétrica.

   Os beneficiários, sozinhos ou em associação com os vizinhos da comunidade, se organizam para utilizar a energia elétrica em suas propriedades para irrigação, o funcionamento de bomba elétrica d’água nos poços, maquinários agrícolas, resfriadores para leite, carne ou peixe, estufas agrícolas, casas de farinha, ou ainda para substituir os motores a diesel por motores elétricos.

   A pesquisa aponta que nove em cada dez beneficiários dizem que a qualidade de vida aumentou. Para 86%, as condições de moradia também são melhores. A renda familiar cresceu para 38,5% deles, assim como as condições de trabalho para 34% dos atendidos. Até o nível de escolaridade tem impacto: 41,1% passaram a estudar no período noturno.

   Além do impacto positivo causado no meio rural, o Programa movimenta a indústria nacional. As obras geram cerca de 300 mil empregos diretos e indiretos. Mais de 4,6 milhões de postes, 708 mil transformadores e 883 mil quilômetros de cabos já foram utilizados nas instalações.

   Nordeste - O Nordeste concentra quase a metade dos dez milhões de brasileiros atendidos pelo Luz para Todos: são 4,9 milhões de pessoas. No Norte, 1,7 milhão de brasileiros foram atendidos; no Sudeste, 1,8 milhão; no Sul, 809 mil pessoas; e, no Centro-Oeste 716 mil pessoas. O programa consegue atingir comunidades como quilombos e aldeias: são cerca de 91 mil quilombolas e outros 91 mil indígenas beneficiados com a chegada da energia. Além disso, 11 mil escolas em todo o Brasil, que não contavam com luz para educar as crianças, receberam eletrificação.

   Para alcançar essa meta, alguns estados apresentam números expressivos de atendimento. A Bahia beneficiou 1,6 milhão de pessoas e Minas Gerais e Pará, 1,1 milhão de moradores do meio rural cada um. Além disso, 13 estados superaram a meta de atendimento inicialmente prevista. No Espírito Santo, foram atendidas quase 300% pessoas a mais que a meta. Em São Paulo, 161% e, em Santa Catarina, 120%.

  O Luz para Todos é coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, operacionalizado pela Eletrobrás e realizado em parceria com as concessionárias de energia elétrica, cooperativas de eletrificação rural e governos estaduais. por meio de subvenção (fundo perdido) e financiamento, respectivamente.

*Fonte:Portal  Em Questão  http://www.brasil.gov.br



Escrito por missioneiro às 15h58
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PT gaúcho realiza Encontros Municipais

Encontros Municipais Extraordinários iniciam neste final de semana

*Processo também definirá o candidato do partido ao governo do Estado

Iniciam neste final de semana (20 e 21/6), os Encontros Municipais Extraordinários do PT gaúcho que prosseguem nos dias 27 e 28 de junho. Ao todo, 362 municípios estão aptos a realizarem o debate político da pauta e elegerem delegados para o Encontro Estadual, agendado para os dias 18 e 19 de julho, no auditório Dante Barone da Assembleia Legilstiva. Mais de mil delegados são esperados para definir o candidato da sigla ao governo do Estado.

Calendário: Confira aqui

Regimento: clique aqui

*Fonte: PTSul



Escrito por missioneiro às 20h24
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Adeli Sell: "Quem sou eu":

 

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Conheça o blog do Adeli Sell: http://blogdoadeli.blogspot.com/
 
*Com a palavra, o companheiro vereador Adeli Sell, petista histórico e vice-presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, parlamentar com forte atuação na bancada e nas lutas sociais da capital gaúcha:

(...)

 "Nasci às margens do Rio Atafona, distrito de São Bonifácio, município de Palhoça/SC, em 1953. Filho de pequenos agricultores, a terra teve e tem uma importância muito grande na minha formação. Em 1973, peguei a única maleta da família e de carona vim parar em Porto Alegre. Adotei a capital dos gaúchos e fui por ela adotado. Cursei Letras na UFRGS. Fui professor de vários Cursos de Inglês. Por nove anos, lecionei Literatura na Faculdade de Letras, em Osório, e fui livreiro por longos anos. Fui um dos fundadores do PT no Rio Grande do Sul e membro da Executiva Estadual por 15 anos. Em 1996, elegi-me vereador, reelegendo-me em 2000, 2004 e em 2008. Atualmente cumpro meu quarto mandato, sendo vice-presidente da Câmara e integrando a SEDECONDH. Por 15 meses (2003 – 2004) fui titular da SMIC- de Porto Alegre, onde desenvolvi uma metodologia de trabalho no combate à pirataria, ao contrabando e à falsificação, além de inovações na área do Licenciamento, no trato com os servidores públicos, em ousadas articulações e parcerias com iniciativa privada, inter e intragovernamental, além da geração de trabalho e renda. Sou casado com a advogada Rosangela Almeida."

...
*Adeli é forte candidato à presidente do PT de Porto Alegre no próximo PED (Processo de Eleições Diretas, do PT) que renovará as direções do partido em todo o país. O PED será realizado no próximo mes de novembro.

*Acesse o Blog do Adeli: http://blogdoadeli.blogspot.com/



Escrito por missioneiro às 15h18
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RS: CPI JÁ!

 

Foto: Adriano Marcello 

Trabalhadores e estudantes exigem o afastamento de Yeda

Os trabalhadores e os estudantes voltaram às ruas nesta quinta-feira (18), em Porto Alegre, para exigir o afastamento da governadora Yeda Crusius. A concentração começou às 10h, em frente ao Ministério Público Federal, localizado na rua esquina formada pela avenida Júlio de Castilhos e a Praça Rui Barbosa. Em seguida, a manifestação se dirigiu à Praça da Matriz, onde estão o Palácio Piratini e a Assembleia Legislativa.

A manifestação foi organizada pela Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), CUT, CTB, Conlutas, Intersindical, CPERS/Sindicato, Fórum dos Servidores Públicos Estaduais do RS, Via Campesina, MTD, MMM e Movimento Estudantil.

Conforme o líder da bancada petista, Elvino Bohn Gass, as denúncias que pesam contra a governadora não podem ficar sem investigação. "É por isso que defendemos a CPI, para averiguar os indícios de favorecimentos em licitações, escutas telefônicas, fraudes e corrupção. Além disso, Yeda é a responsável pela destruição dos serviços públicos e pelos sucessivos ataques aos direitos dos servidores públicos", apontou. (do sítio PTSul)

*Foto: manifestantes lavam a calçada em frente a sede do governo do Estado. 



Escrito por missioneiro às 11h37
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PROCURA-SE:

 

dupla moral 



Escrito por missioneiro às 20h10
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SANTIAGO

Deputado defende doação de terreno para ampliar Centro Materno Infantil

O deputado estadual Elvino Bohn Gass (PT) deu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça do Legislativo (CCJ) ao projeto de Lei 68/2009, que autoriza o Poder Executivo a doar imóvel ao município de Santiago. Relator da proposta, o parlamentar atestou a constitucionalidade do projeto, cuja aprovação permitirá a manutenção de um Centro Materno Infantil no município. "O local, atualmente, oferece bons serviços de saúde a mulheres e crianças. A continuidade deste trabalho é fundamental para a comunidade", reforçou.

A proposta visa a reverter o domínio do imóvel que, anteriormente, pertenceu ao patrimônio municipal e foi doado ao Estado, mediante escritura pública, para o funcionamento de um posto de saúde. Desde a municipalização dos serviços de saúde, Santiago detém a posse do bem. Mas a reversão se torna necessária para que o município possa investir recursos públicos em melhorias no prédio e adaptações às instalações que permitam ampliar os serviços. "O município não pode aplicar dinheiro em obras que beneficiem imóvel pertencente ao Estado. E, só com estas melhorias, o Centro poderá passar a implementar também programas de saúde do homem", confidenciou Bohn Gass (foto).

O parecer do parlamentar ainda precisa ser submetido a votação pelos demais integrantes da CCJ. Se aprovada na Comissão, a proposta segue para votação em plenário. "Tenho certeza de que meus colegas deputados entenderão a importância do que está sendo proposto. A finalidade deste projeto é nobre e a necessidade está bastante justificada", finalizou o petista. (Por Andréa Farias, do sítio PTSul)



Escrito por missioneiro às 20h46
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